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Lei de Migração permite implantar xaria no Brasil

Com a sanção da Lei de Migração pelo presidente Michel Temer (PMDB-SP), passa a ser permitido que comunidades de imigrantes implantem seus costumes em bairros ou outros territórios, a exemplo do que já ocorre na Europa. Continued…

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NOTA DE REPUDIO ÀS DECLARAÇÕES DA ASSOCIAÇÃO AMERICANA DE ANTROPOLOGIA (AAA)

NOTA DE REPÚDIO ÀS DECLARAÇÕES DA ASSOCIAÇÃO AMERICANA DE ANTROPOLOGIA (AAA)

As organizações subscritas vêm expressar seu repúdio às declarações da American Anthropological Association (AAA) em sua carta de apoio à Associação Brasileira de Antropologia (ABA), na qual endossa o uso da Antropologia no Brasil para a promoção e institucionalização da segregação racial e étnica e se posiciona contra as ações legais da COMISSÃO PARLAMENTAR DE INQUÉRITO da Câmara dos Deputados destinada a investigar fatos relativos à FUNDAÇÃO NACIONAL DO ÍNDIO (FUNAI) e ao INSTITUTO NACIONAL DE COLONIZAÇÃO E REFORMA AGRÁRIA (INCRA) – CPI FUNAI E INCRA 2.

O Relatório da CPI contém denúncias gravíssimas cuja vítima primeira é o Povo Mestiço, etnia nativa objeto de limpezas étnicas e outras violências promovidas pelo Indigenismo acadêmico e político.

Os registros contidos no Relatório da CPI vão de corrupção à ingerência de interesses externos em assuntos nacionais brasileiros, de fraudes maquiadas de pareceres técnicos antropológicos a abusos de autoridade, de ameaças à segurança pública à pregação contra mestiçagem e mestiços, de criação de áreas de apartheid racial e étnico à tribalização dos afrodescendentes.

Destacam-se na carta a imprecisão da AAA ao conceituar quilombolas e, no mínimo, seu desconhecimento sobre a realidade atual do Brasil, ao afirmar que a CPI visaria criminalizar pesquisas sobre indígenas e descendentes de quilombolas quando, na verdade, a criação da CPI responde, entre outras, a denúncias embasadas sobre uso tendencioso de instrumentos destinados a estudos antropológicos para o atendimento de interesses políticos, ideológicos e particulares.

A citada carta, dirigida ao Supremo Tribunal Federal, à Câmara dos Deputados e à CPI, é uma prova de que a Antropologia ainda continua sendo um instrumento de pregação colonialista e de engenharia étnica e racial, sustentado pelo patrocínio e interesses de magnatas e governos neoliberais e globalistas: no tempo atual, notadamente proveniente dos governos da Alemanha, Noruega e de outros países da União Européia, e de ONGs dos EUA. Este patrocínio transformou, quase na totalidade, academias de Antropologia no Brasil em centros de ‘falsa ciência’ para ensinar e propagar ideologias de ódio à mestiçagem e à identidade nacional brasileira, como o Comunismo, o Verwoerdismo, o Multiculturalismo e o Indigenismo.

Destacamos que o Indigenismo não é uma criação dos povos índios originais, que em regra mestiçaram-se voluntariamente, mas sim de grupos interessados em manter poder político sobre aqueles.

Reafirmamos, neste sentido, nosso apoio ao Relatório da CPI, à sua aprovação e às investigações nele indicadas.

Manaus (AM), 15 de maio de 2017.

ASSOCIAÇÃO DOS CABOCLOS E RIBEIRINHOS DA AMAZÔNIA (ACRA)

FÓRUM AFRO DA AMAZÔNIA (FORAFRO)

FÓRUM NACIONAL DO MESTIÇO (FNM)

MOVIMENTO PARDO-MESTIÇO BRASILEIRO (NAÇÃO MESTIÇA)

ORGANIZAÇÃO BRASILEIRA DE AFRODESCENDENTES (OBÁ)

NOTE OF REPUDIATION AGAINST THE DECLARATIONS OF THE AMERICAN ANTHROPOLOGICAL ASSOCIATION (AAA)

The undersigned organizations express their repudiation of the statements of the American Anthropological Association (AAA) in their letter of support to the Associação Brasileira de Antropologia (ABA), in which it endorses the use of Anthropology in Brazil for the promotion and institutionalization of racial and ethnic segregation and is standing against the legal actions of the PARLIAMENTARY COMMISSION OF INVESTIGATION of the Chamber of Deputies to investigate facts concerning the NATIONAL FOUNDATION OF INDIAN (FUNAI) and the NATIONAL INSTITUTE OF COLONIZATION AND AGRARIAN REFORM  (INCRA) – CPI FUNAI AND INCRA 2.

The CPI Report contains very serious allegations whose first victim is the Mestizo People, a native ethnic group subject to ethnic cleansing and other violence promoted by academic and political Indianism.

The records contained in the CPI Report range from corruption to interference of foreign interests in Brazilian national affairs, from frauds made up of anthropological technical opinions to abuses of authority, from threats to public safety to preaching against mestization and Mestizos, to creating areas of racial and ethnic Apartheid to the tribelization of Afro-descendants.

The letter emphasizes AAA’s imprecision in conceptualizing quilombolas and, at the very least, its lack of knowledge about the current situation in Brazil, stating that the CPI would aim to criminalize research on natives and descendants of quilombolas when, in fact, the creation of the CPI responds, among others, to based denunciations on biased use of instruments destined to anthropological studies for the attendance of political, ideological and private interests.

The aforementioned letter, addressed to the Federal Supreme Court, the Chamber of Deputies and the CPI, proves that Anthropology still remains an instrument of colonialist and ethnical and racial engineering, supported by the patronage and interests of tycoons and neoliberal, globalist governments: at the present time, notably from the governments of Germany, Norway and other European Union countries, and from US NGOs. This sponsorship has transformed, almost entirely, Brazilian academies of Anthropology into centers of ‘fake science’ to teach and propagate ideologies of hatred for Brazilian mestization and national identity, such as Communism, Verwoerdism, Multiculturalism and Indigenism.

We emphasize that Indigenism is not a creation of the original Indian peoples, who in general have been mixed voluntarily, but of groups interested in maintaining political power over them.

We reaffirm, in this regard, our support for the CPI Report, its approval and the investigations indicated therein.

Manaus (AM), May 15, 2017.

ASSOCIAÇÃO DOS CABOCLOS E RIBEIRINHOS DA AMAZÔNIA (ACRA)

FÓRUM AFRO DA AMAZÔNIA (FORAFRO)

FÓRUM NACIONAL DO MESTIÇO (FNM)

MOVIMENTO PARDO-MESTIÇO BRASILEIRO (NAÇÃO MESTIÇA)

ORGANIZAÇÃO BRASILEIRA DE AFRODESCENDENTES (OBÁ)

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NOTA DE APOIO AO RELATÓRIO DA CPI FUNAI E INCRA 2

NOTA DE APOIO AO RELATÓRIO DA CPI FUNAI E INCRA 2

O MOVIMENTO PARDO-MESTIÇO BRASILEIRO (NAÇÃO MESTIÇA) vem expressar seu completo apoio ao Relatório da COMISSÃO PARLAMENTAR DE INQUÉRITO da Câmara dos Deputados destinada a investigar fatos relativos à FUNDAÇÃO NACIONAL DO ÍNDIO (FUNAI) e ao INSTITUTO NACIONAL DE COLONIZAÇÃO E REFORMA AGRÁRIA (INCRA) – CPI FUNAI E INCRA 2.

Tratam-se de denúncias gravíssimas cuja vítima primeira é o Povo Mestiço, objeto de limpezas étnicas promovidas pelo indigenismo, e que vão de corrupção à ingerência de interesses externos em assuntos nacionais brasileiros, de fraudes maquiadas de pareceres técnicos antropológicos a abusos de autoridade, de ameaças à segurança pública à pregação racista contra mestiçagem e mestiços.

Neste sentido, apoiamos sua aprovação e que sejam investigados os fatos denunciados no Relatório com todo o rigor que exigem.

Manaus (AM), 10 de maio de 2017.

HELDERLI FIDELIZ CASTRO DE SÁ LEÃO ALVES
A Presidente

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Índios venezuelanos atacam brasileira em Manaus

Os índios venezuelanos estão acampados na Rodoviário de Manaus desde o início de fevereiro (foto: Arthur Castro).

Um grupo de índios venezuelanos investiu contra uma mulher brasileira, que não teve o nome divulgado, na tarde deste sábado (6), após ela tentar impedir que crianças maltratassem e enforcassem um cachorro de rua.

O fato ocorreu nas imediações do Terminal Rodoviário de Manaus, localizado na avenida Djalma Batista, Zona Centro-Sul da cidade, onde os índios venezuelanos estão acampados desde o início de fevereiro. O território de Manaus é reconhecido por lei como do Povo Mestiço, descendente dos índios manaós e outras etnias que habitavam o território da cidade. Continued…

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Sírio lança bomba contra brasileiros que se manifestavam contra PL da “Lei da Imigração”

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NOTA DE REPÚDIO AO PL DA LEI DE MIGRAÇÃO

NOTA DE REPÚDIO AO PL DA LEI DE MIGRAÇÃO 

O MOVIMENTO PARDO-MESTIÇO BRASILEIRO – NAÇÃO MESTIÇA, organização do Povo Mestiço Brasileiro, vem expressar seu mais veemente repúdio ao Projeto de Lei n° 2516/2015 (Lei de Migração), de autoria do senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP).

Trata-se de um dos projetos mais danosos, maliciosos e racistas da História do Brasil, o qual pretende alterar o Código Penal, revogar as Leis n° 818, de 1949 (que regula a aquisição, a perda, a reaquisição da nacionalidade e a perda dos direitos políticos) e 6.815, de 1980 (Estatuto do Estrangeiro) com a finalidade de alterar a composição racial e étnica da população do País para promover divisões e conflitos, provocar a destruição da identidade e unidade nacionais com o objetivo de enfraquecer e minar a soberania da Nação brasileira e as fronteira do seu território – e isto sob o patrocínio compulsório dos próprios contribuintes brasileiros -, somente com o objetivo de atender os interesses de poderosos grupos políticos globalistas neoliberais e comunistas e seus títeres locais. Continued…

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CPI da FUNAI da Câmara dos Deputados pede indiciamento de João Pedro

Leão Alves, coordenador do FNM; Helda Castro, presidente do Nação Mestiça; Edgar Freitas Siqueira; deputado federal Alceu Moreira, presidente da CPI da FUNAI e INCRA 2; Abiel Silva, presidente da ASPAIUB; e Milton Andrade, presidente do Sindicato Rural de Ilhéus, logo após a leitura do relatório final da CPI, apresentado pelo deputado Nilson Leitão.

Relatório de comissão registra os depoimentos de membros do Nação Mestiça e inclui procuradores, antropólogos, índios, ativistas e servidores em lista com pedidos de investigação

O relatório final da CPI da FUNAI-INCRA 2 apresentado na quarta-feira, 3, na Câmara inclui, entre mais de uma centena de indiciados, o nome do ex-presidente da FUNAI e ex-senador do PT-AM, João Pedro Gonçalves da Costa. Continued…

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O conflito racial entre hutus e tutsis e o genocídio multiculturalista de Ruanda

O conflito entre hutus e tutsis ocorreu principalmente na área dos atuais Ruanda e Burundi, pequenos países localizados no oeste da África. Em apenas cem dias, cerca de 800.000 pessoas foram massacradas pelo ódio racial alimentado por brancos europeus promotores do multiculturalismo – ideologia que no Brasil se manifesta na criação de bantustões indigenistas, imigrantismo, cotas raciais e hostilidade a mestiços e à mestiçagem. Continued…

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Who is the invader?

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Quem é o invasor?

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O povo ladino da Guatemala

Povo ladino, da Guatemala.

Na Guatemala, a população Ladino é oficialmente reconhecido como um grupo étnico e o censo população inclui os ladinos como um dos diferentes grupos étnicos que vivem no país. Continued…

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Os invasores

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Governo Dilma sabia de condenação por terrorismo quando deu visto a imigrante islâmico

Adlène Hicheur.

Documentos revelam que o governo Dilma Rousseff (PT) sabia que o cientista franco-argelino Adlène Hicheur tinha sido condenado por planejar atentados terroristas na França quando ele obteve visto para dar aulas na UFRJ e morar no Rio de Janeiro, informa a revista Época. A embaixada do Brasil em Genebra sabia da condenação e, por isso, pediu a autorização de Brasília para dar visto ao professor. Continued…

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Em resumo

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PEC do PT facilita subornar senadores e deputados federais e elitiza eleição

A ex-presidente cassada Dilma Rousseff e o então senador Jorge Viana (PT-AC).

Proposta de Emenda à Constituição (PEC) de autoria do Partido dos Trabalhadores (PT) reduz o número de senadores e deputados federais; facilita a “compra” de votos, aumentando o poder de corrupção estrangeira e interna sobre o Congresso Nacional; e dificulta a eleição de candidatos com menor renda. O PT também defende eleições em lista fechada, ou seja, que os partidos, e não os eleitores, ditem quem deve ser eleito, o que aumenta o poder dos líderes e “donos” dos partidos. Continued…

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Indigenismo é racismo branco

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General explica a tomada da Amazônia por estrangeiros

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Terra Nostra

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Associação de magistrados afirma que indigenista fez comentários discriminatórios contra juiz

O indigenista Egydio Schwade (dir.) homenageado pelo deputado estadual José Ricardo Wendling (PT-AM). O indigenismo é um movimento criado por brancos de esquerda contrário à mestiçagem entre índios e não-índios. (Foto: ALEAM)

A Associação dos Magistrados do Amazonas (AMAZON) publicou nota de desagravo ao juiz de Direito, Roger Luiz Paz de Almeida, acusado em uma nota assinada por entidades indigenistas, feministas e outros movimentos de esquerda de haver “retirado à força” o indigenista Egydio Schwade de uma audiência. Segundo a nota da AMAZON, o indigenista, “que não era parte do processo, após diversos comentários discriminatórios contra a aparente juventude do Dr. Roger Almeida, bem como por manter conduta inconveniente, impertinente e intransigente, foi convidado a se retirar do gabinete do magistrado”. Continued…

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A origem comunista da suástica nazista

Antes de ser adotada pelos nazistas, a suástica, formada por duas letras S cruzadas, era um dos símbolos do Comunismo.

É bem conhecido que o Nazismo foi originado do Fascismo e este inventado por Mussolini, até então uma das principais lideranças do Partido Socialista Italiano. O que é pouco divulgado é que os nazistas foram buscar seu principal emblema, a suástica, e a cor vermelha de sua bandeira, entre os símbolos adotados pelos revolucionários comunistas nos primeiros anos da União Soviética. Antes da II Guerra Mundial, comunistas e nazistas mantiveram colaboração que incluía tratado de não agressão e estudos de eugenismo.

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