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Movimentos sociais fazem abaixo-assinado pela exoneração de Márcio Souza do Conselho de Cultura de Manaus

O escritor Márcio Souza, presidente do Conselho Municipal de Cultura de Manaus, não efetivou a aplicação da Lei Orgânica do Município que assegura vaga para mestiços no órgão (Foto: Ingrid Anne/Manauscult).

Embora determinado pela Lei Orgânica do Município (LOMAN) desde 2015, o escritor Márcio Souza, presidente do Conselho Municipal de Cultura de Manaus (CONCULTURA), recusa assegurar a vaga da representação do Povo Mestiço. Em resposta, além de medidas judiciais para o cumprimento da Lei, o Nação Mestiça e outros movimentos sociais iniciaram coleta de assinaturas pedindo a sua exoneração ao prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto (PSDB).   Continued…

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Sessão Especial homenageia o Mês dos Mestiços e dos Caboclos

A Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) realizou na manhã desta terça-feira (20), uma Sessão Especial em Homenagem ao mês do Mestiço e do Caboclo, conforme requerimento nº 1695/17 de autoria do deputado estadual e governador interino do Amazonas, David Almeida (PSD), que concedeu Diploma ao Mérito à coordenadora estadual do Movimento Nação Mestiça, Elda Alves. A sessão foi presidida pelo deputado Belarmino Lins (Pros). Continued…

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A segunda maior nacionalidade por país europeu

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Social movements made petition by the dismissal of Márcio Souza of the Council of Culture of Manaus

The writer Márcio Souza, president of the Municipal Council of Culture of Manaus, did not implement the Organic Law of the Municipality that ensures a vacancy for Mestizos in the organ (Photo: Ingrid Anne / Manauscult).

Although determined by the Organic Law of the Municipality (LOMAN) since 2015, the writer Márcio Souza, president of the Municipal Council of Culture of Manaus (CONCULTURA), refuses to secure the vacancy of the representation of the Mestizo People. In response, in addition to legal measures to comply with the Law, the Movimento Pardo-Mestiço Brasileiro (Nação Mestiça) and other social movements began collecting signatures asking for his dismissal by the mayor of Manaus, Arthur Virgílio Neto (Brazilian Social Democracy Party – PSDB). Continued…

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Projeto de 30 senadores esquerdistas que permite estrangeiro votar é aprovado na CCJ

Os senadores Randolfe Rodrigues (REDE-AP) e Aécio Neves (PSDB-MG) são também autores da PEC que concede a estrangeiros o direito de votar nas eleições brasileiras, abolindo a democracia e a soberania nacional.

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta-feira (14) projeto que visa a permitir que estrangeiros possam votar e ser votados em eleições municipais no Brasil. A medida, que formalmente abole a soberania e a democracia brasileiras, foi encaminhada para votação pelo plenário da Casa.

A autoria da Proposta de Emenda Constitucional  (PEC 25/2015), é de 30 senadores, dentre eles o comunista Aloysio Nunes (PSDB-SP), autor do projeto da Lei de Migração, e que está atualmente licenciado para ocupar o cargo de ministro das Relações Exteriores do presidente Michel Temer Lulia (PMDB-SP), filho de imigrantes libaneses. A PEC visa estender para todas as nacionalidades um direito que hoje é restrito a brasileiros (nascidos no País ou naturalizados) e aos portugueses. Continued…

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O racismo de Voltaire

Os textos abaixo são exemplos da contribuição do movimento humanista Iluminismo ao racismo. O filósofo francês François Marie Arouet (1694-1778), mais conhecido como Voltaire, ataca um dogma cristão: todos os humanos têm uma origem comum. O pensador laicista coloca as diferentes raças humanas como diferentes espécies. É um aspecto do antropocentrismo (que seria melhor intitulado ‘brancocentrismo’) que se contrapôs ao teocentrismo cristão.  Continued…

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TRF4 anula demarcações de bantustões no norte de Santa Catarina

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) anulou, na semana passada (30/05), a Portaria nº 2.747/2009 do Ministério da Justiça, que “reconhecia” e demarcava como “terra indígena” o aldeamento de Tarumã, localizado na região de Joinville (SC). A 3ª Turma declarou a inexistência da posse tradicional dos índios da etnia Guarani Mbyá, que ficou comprovada com perícia antropológica. Continued…

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Governo russo homenageia famílias com sete ou mais filhos

Enquanto no Brasil os governos esquerdistas vêm promovendo imigração estrangeira e combatendo a natalidade das brasileiras, na Rússia o governo desde 2008 homenageia, no Dia da Criança, com a Ordem da Glória Parental,  famílias com sete ou mais filhos. Continued…

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Anticristos: Combatentes muçulmanos decapitam cristãos em açougue

A organização terrorista muçulmana Estado Islâmico publicou vídeo em que aparecem cristãos sírios amarrados sendo decapitados em local que aparenta ser um açougue. O genocídio contra cristãos foi um método usado pelos jihadistas de Maomé para a conquista do Oriente Médio e norte da África na Idade Média. Até então, estes territórios eram habitados por cristãos. Imagens fortes.

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Lei de Migração permite implantar xaria no Brasil

Com a sanção da Lei de Migração pelo presidente Michel Temer (PMDB-SP), passa a ser permitido que comunidades de imigrantes implantem seus costumes em bairros ou outros territórios, a exemplo do que já ocorre na Europa. Continued…

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NOTA DE REPUDIO ÀS DECLARAÇÕES DA ASSOCIAÇÃO AMERICANA DE ANTROPOLOGIA (AAA)

NOTA DE REPÚDIO ÀS DECLARAÇÕES DA ASSOCIAÇÃO AMERICANA DE ANTROPOLOGIA (AAA)

As organizações subscritas vêm expressar seu repúdio às declarações da American Anthropological Association (AAA) em sua carta de apoio à Associação Brasileira de Antropologia (ABA), na qual endossa o uso da Antropologia no Brasil para a promoção e institucionalização da segregação racial e étnica e se posiciona contra as ações legais da COMISSÃO PARLAMENTAR DE INQUÉRITO da Câmara dos Deputados destinada a investigar fatos relativos à FUNDAÇÃO NACIONAL DO ÍNDIO (FUNAI) e ao INSTITUTO NACIONAL DE COLONIZAÇÃO E REFORMA AGRÁRIA (INCRA) – CPI FUNAI E INCRA 2.

O Relatório da CPI contém denúncias gravíssimas cuja vítima primeira é o Povo Mestiço, etnia nativa objeto de limpezas étnicas e outras violências promovidas pelo Indigenismo acadêmico e político.

Os registros contidos no Relatório da CPI vão de corrupção à ingerência de interesses externos em assuntos nacionais brasileiros, de fraudes maquiadas de pareceres técnicos antropológicos a abusos de autoridade, de ameaças à segurança pública à pregação contra mestiçagem e mestiços, de criação de áreas de apartheid racial e étnico à tribalização dos afrodescendentes.

Destacam-se na carta a imprecisão da AAA ao conceituar quilombolas e, no mínimo, seu desconhecimento sobre a realidade atual do Brasil, ao afirmar que a CPI visaria criminalizar pesquisas sobre indígenas e descendentes de quilombolas quando, na verdade, a criação da CPI responde, entre outras, a denúncias embasadas sobre uso tendencioso de instrumentos destinados a estudos antropológicos para o atendimento de interesses políticos, ideológicos e particulares.

A citada carta, dirigida ao Supremo Tribunal Federal, à Câmara dos Deputados e à CPI, é uma prova de que a Antropologia ainda continua sendo um instrumento de pregação colonialista e de engenharia étnica e racial, sustentado pelo patrocínio e interesses de magnatas e governos neoliberais e globalistas: no tempo atual, notadamente proveniente dos governos da Alemanha, Noruega e de outros países da União Européia, e de ONGs dos EUA. Este patrocínio transformou, quase na totalidade, academias de Antropologia no Brasil em centros de ‘falsa ciência’ para ensinar e propagar ideologias de ódio à mestiçagem e à identidade nacional brasileira, como o Comunismo, o Verwoerdismo, o Multiculturalismo e o Indigenismo.

Destacamos que o Indigenismo não é uma criação dos povos índios originais, que em regra mestiçaram-se voluntariamente, mas sim de grupos interessados em manter poder político sobre aqueles.

Reafirmamos, neste sentido, nosso apoio ao Relatório da CPI, à sua aprovação e às investigações nele indicadas.

Manaus (AM), 15 de maio de 2017.

ASSOCIAÇÃO DOS CABOCLOS E RIBEIRINHOS DA AMAZÔNIA (ACRA)

FÓRUM AFRO DA AMAZÔNIA (FORAFRO)

FÓRUM NACIONAL DO MESTIÇO (FNM)

MOVIMENTO PARDO-MESTIÇO BRASILEIRO (NAÇÃO MESTIÇA)

ORGANIZAÇÃO BRASILEIRA DE AFRODESCENDENTES (OBÁ)

NOTE OF REPUDIATION AGAINST THE DECLARATIONS OF THE AMERICAN ANTHROPOLOGICAL ASSOCIATION (AAA)

The undersigned organizations express their repudiation of the statements of the American Anthropological Association (AAA) in their letter of support to the Associação Brasileira de Antropologia (ABA), in which it endorses the use of Anthropology in Brazil for the promotion and institutionalization of racial and ethnic segregation and is standing against the legal actions of the PARLIAMENTARY COMMISSION OF INVESTIGATION of the Chamber of Deputies to investigate facts concerning the NATIONAL FOUNDATION OF INDIAN (FUNAI) and the NATIONAL INSTITUTE OF COLONIZATION AND AGRARIAN REFORM  (INCRA) – CPI FUNAI AND INCRA 2.

The CPI Report contains very serious allegations whose first victim is the Mestizo People, a native ethnic group subject to ethnic cleansing and other violence promoted by academic and political Indianism.

The records contained in the CPI Report range from corruption to interference of foreign interests in Brazilian national affairs, from frauds made up of anthropological technical opinions to abuses of authority, from threats to public safety to preaching against mestization and Mestizos, to creating areas of racial and ethnic Apartheid to the tribelization of Afro-descendants.

The letter emphasizes AAA’s imprecision in conceptualizing quilombolas and, at the very least, its lack of knowledge about the current situation in Brazil, stating that the CPI would aim to criminalize research on natives and descendants of quilombolas when, in fact, the creation of the CPI responds, among others, to based denunciations on biased use of instruments destined to anthropological studies for the attendance of political, ideological and private interests.

The aforementioned letter, addressed to the Federal Supreme Court, the Chamber of Deputies and the CPI, proves that Anthropology still remains an instrument of colonialist and ethnical and racial engineering, supported by the patronage and interests of tycoons and neoliberal, globalist governments: at the present time, notably from the governments of Germany, Norway and other European Union countries, and from US NGOs. This sponsorship has transformed, almost entirely, Brazilian academies of Anthropology into centers of ‘fake science’ to teach and propagate ideologies of hatred for Brazilian mestization and national identity, such as Communism, Verwoerdism, Multiculturalism and Indigenism.

We emphasize that Indigenism is not a creation of the original Indian peoples, who in general have been mixed voluntarily, but of groups interested in maintaining political power over them.

We reaffirm, in this regard, our support for the CPI Report, its approval and the investigations indicated therein.

Manaus (AM), May 15, 2017.

ASSOCIAÇÃO DOS CABOCLOS E RIBEIRINHOS DA AMAZÔNIA (ACRA)

FÓRUM AFRO DA AMAZÔNIA (FORAFRO)

FÓRUM NACIONAL DO MESTIÇO (FNM)

MOVIMENTO PARDO-MESTIÇO BRASILEIRO (NAÇÃO MESTIÇA)

ORGANIZAÇÃO BRASILEIRA DE AFRODESCENDENTES (OBÁ)

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NOTA DE APOIO AO RELATÓRIO DA CPI FUNAI E INCRA 2

NOTA DE APOIO AO RELATÓRIO DA CPI FUNAI E INCRA 2

O MOVIMENTO PARDO-MESTIÇO BRASILEIRO (NAÇÃO MESTIÇA) vem expressar seu completo apoio ao Relatório da COMISSÃO PARLAMENTAR DE INQUÉRITO da Câmara dos Deputados destinada a investigar fatos relativos à FUNDAÇÃO NACIONAL DO ÍNDIO (FUNAI) e ao INSTITUTO NACIONAL DE COLONIZAÇÃO E REFORMA AGRÁRIA (INCRA) – CPI FUNAI E INCRA 2.

Tratam-se de denúncias gravíssimas cuja vítima primeira é o Povo Mestiço, objeto de limpezas étnicas promovidas pelo indigenismo, e que vão de corrupção à ingerência de interesses externos em assuntos nacionais brasileiros, de fraudes maquiadas de pareceres técnicos antropológicos a abusos de autoridade, de ameaças à segurança pública à pregação racista contra mestiçagem e mestiços.

Neste sentido, apoiamos sua aprovação e que sejam investigados os fatos denunciados no Relatório com todo o rigor que exigem.

Manaus (AM), 10 de maio de 2017.

HELDERLI FIDELIZ CASTRO DE SÁ LEÃO ALVES
A Presidente

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Índios venezuelanos atacam brasileira em Manaus

Os índios venezuelanos estão acampados na Rodoviário de Manaus desde o início de fevereiro (foto: Arthur Castro).

Um grupo de índios venezuelanos investiu contra uma mulher brasileira, que não teve o nome divulgado, na tarde deste sábado (6), após ela tentar impedir que crianças maltratassem e enforcassem um cachorro de rua.

O fato ocorreu nas imediações do Terminal Rodoviário de Manaus, localizado na avenida Djalma Batista, Zona Centro-Sul da cidade, onde os índios venezuelanos estão acampados desde o início de fevereiro. O território de Manaus é reconhecido por lei como do Povo Mestiço, descendente dos índios manaós e outras etnias que habitavam o território da cidade. Continued…

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Sírio lança bomba contra brasileiros que se manifestavam contra PL da “Lei da Imigração”

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NOTA DE REPÚDIO AO PL DA LEI DE MIGRAÇÃO

NOTA DE REPÚDIO AO PL DA LEI DE MIGRAÇÃO 

O MOVIMENTO PARDO-MESTIÇO BRASILEIRO – NAÇÃO MESTIÇA, organização do Povo Mestiço Brasileiro, vem expressar seu mais veemente repúdio ao Projeto de Lei n° 2516/2015 (Lei de Migração), de autoria do senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP).

Trata-se de um dos projetos mais danosos, maliciosos e racistas da História do Brasil, o qual pretende alterar o Código Penal, revogar as Leis n° 818, de 1949 (que regula a aquisição, a perda, a reaquisição da nacionalidade e a perda dos direitos políticos) e 6.815, de 1980 (Estatuto do Estrangeiro) com a finalidade de alterar a composição racial e étnica da população do País para promover divisões e conflitos, provocar a destruição da identidade e unidade nacionais com o objetivo de enfraquecer e minar a soberania da Nação brasileira e as fronteira do seu território – e isto sob o patrocínio compulsório dos próprios contribuintes brasileiros -, somente com o objetivo de atender os interesses de poderosos grupos políticos globalistas neoliberais e comunistas e seus títeres locais. Continued…

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CPI da FUNAI da Câmara dos Deputados pede indiciamento de João Pedro

Leão Alves, coordenador do FNM; Helda Castro, presidente do Nação Mestiça; Edgar Freitas Siqueira; deputado federal Alceu Moreira, presidente da CPI da FUNAI e INCRA 2; Abiel Silva, presidente da ASPAIUB; e Milton Andrade, presidente do Sindicato Rural de Ilhéus, logo após a leitura do relatório final da CPI, apresentado pelo deputado Nilson Leitão.

Relatório de comissão registra os depoimentos de membros do Nação Mestiça e inclui procuradores, antropólogos, índios, ativistas e servidores em lista com pedidos de investigação

O relatório final da CPI da FUNAI-INCRA 2 apresentado na quarta-feira, 3, na Câmara inclui, entre mais de uma centena de indiciados, o nome do ex-presidente da FUNAI e ex-senador do PT-AM, João Pedro Gonçalves da Costa. Continued…

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O conflito racial entre hutus e tutsis e o genocídio multiculturalista de Ruanda

O conflito entre hutus e tutsis ocorreu principalmente na área dos atuais Ruanda e Burundi, pequenos países localizados no oeste da África. Em apenas cem dias, cerca de 800.000 pessoas foram massacradas pelo ódio racial alimentado por brancos europeus promotores do multiculturalismo – ideologia que no Brasil se manifesta na criação de bantustões indigenistas, imigrantismo, cotas raciais e hostilidade a mestiços e à mestiçagem. Continued…

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Who is the invader?

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Quem é o invasor?

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O povo ladino da Guatemala

Povo ladino, da Guatemala.

Na Guatemala, a população Ladino é oficialmente reconhecido como um grupo étnico e o censo população inclui os ladinos como um dos diferentes grupos étnicos que vivem no país. Continued…

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