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Carl Gustav Jung |
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I |
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O homem inferior exerce uma enorme tração sobre os
seres civilizados que são forçados a viverem com eles, porque ele
fascina as camadas inferiores de nossa psique. Sobre os negros norte-americanos, na década de '30.
Citado por Suman Fernando em The
Same Difference |
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II |
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El inconsciente ario tiene un potencial mayor que el judío [...]. A mi juicio, la actual psicología médica ha cometido un grave error al aplicar indiscriminadamente categorías, que ni siquiera son válidas para todos los judíos, a los germanos cristianos o eslavos [...]. La psicología médica ha sostenido que el secreto más precioso de los germanos, el fondo de su alma creadora y llena de fantasía, es un pantano infantil y banal, mientras que por décadas, mi voz que advertía de ello, ha estado bajo la sospecha de ser antisemita. La sospecha provino de Freud. Éste no conocía el alma germana, como tampoco la conocen sus seguidores.
Citado por Laura Ibarra García em
Carl Gustav Jung y el Nacionalsocialismo |
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III |
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Freud não entendeu a psique
germânica não mais que os seus seguidores germânicos. Tem o formidável
fenômeno do Nacional Socialismo, que o mundo todo contempla com assombro,
ensinado melhor a eles? Onde estavam aquelas tensão e energia sem
paralelo quando o Nacional Socialismo ainda não existia? No fundo da
psique germânica, numa cova que nada mais é que uma lixeira de desejos
infantis irrealizados e ressentimentos familiares não resolvidos.
The
State of Psychotherapy Today
(1934). |
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IV |
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O judeu, que é algo como um nômade, nunca até agora criou uma forma cultural por si mesmo e até onde eu posso ver nunca o fará, uma vez que todos os seus instintos e talentos requerem uma nação mais ou menos civilizada para agir como hospitaleira para o seu desenvolvimento. The State of Psychotherapy Today, Collected Works (Routledge), vol. 10 (1934). |
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V |
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Os judeus têm esta peculiaridade
com as mulheres: sendo fisicamente mais fracos, eles têm que visar as
fissuras das armaduras de seus adversários.
The State of Psychotherapy Today,
Collected Works (Routledge), vol. 10 (1934). |
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VI |
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Como é sabido, uma pessoa não
pode fazer nada contra a estupidez, mas nesta instância o povo ariano
pode indicar que, com Freud e Adler, pontos de vista especificamente
judaicos são publicamente pregados, e como pode do mesmo modo ser
provado, [são] pontos de vista que têm um caráter essencialmente
corrosivo. Se a proclamação deste evangelho judeu é agradável ao
governo, então que seja. Por outro lado, há também a possibilidade de
isto não ser agradável ao governo.
Em carta a seu
discípulo Dr. Kranefeldt, em 1934.
The State of
Psychotherapy Today, Collected Works (Routledge), vol. 10 (1934). |
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VII |
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Diferenças psicológicas [são] percebidas entre todas
as nações e raças.
The State of
Psychotherapy Today, Collected Works (Routledge), vol. 10 (1934). |
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VIII |
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A consciência é uma aquisição muito recente da natureza e ainda está num estágio "experimental". É frágil, sujeita a ameaças de perigos específicos e facilmente danificável. Como já observaram os antropólogos, um dos acidentes mentais mais comuns entre os povos primitivos é o que eles chamam "a perda da alma" - que significa, como bem indica o nome, uma ruptura (ou, mais tecnicamente, uma dissociação) da consciência. Entre estes povos primitivos, para quem a consciência tem um nível de desenvolvimento diverso do nosso, a "alma" (ou psique) não é compreendida como uma unidade. Em O Homem e seus Símbolos, cap. 1 - Chegando ao Inconsciente. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1964. p. 24. FR |
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CARL GUSTAV JUNG (1875-1961), psiquiatra suíço, foi o fundador da psicologia analítica. Jung reuniu-se como Freud, em 1907, e tornou-se o primeiro presidente da International Psychoanalytic Association quando esta foi formada. Ele rompeu com Freud em 1912, quando Jung publicou Psychology of the Unconscious, que postulava duas dimensões para o inconsciente - a pessoal (o conteúdo esquecido ou reprimido da vida mental e material de um indivíduo), e aquilo que ele denominou inconsciente coletivo (aqueles atos e padrões mentais divididos seja pelos membros de uma cultura ou universalmente por todos os seres humanos). Sob certas condições estes se manifestam como arquétipos - imagens, padrões e símbolos que freqüentemente são vistos em sonhos e fantasias e que aparecem como temas na mitologia, religião e contos de fada. Em Psychological Types (1921), Jung discorreu sobre extroversão e introversão. Ele tinha como o mais importante desafio para uma pessoa o atingir uma harmonia entre o consciente e o inconsciente. Adaptado do CD-Rom Complete Reference Library. Mindscape, Inc., 1995. From: Text I http://www.oneworld.org/ni/issue209/same.htm Text II
http://www.editorial.udg.mx/ruginternet/rug16/2Carl.html Text III-VII |
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